A jovem doou material genético
para ser confrontado com o material genético do cadáver que foi encaminhado
para o IML do Recife, onde já foi periciado e está na geladeira do Instituto.
A filha informou que o pai é
natural de Campina Grande na Paraíba, que é usuário de drogas, há muitos anos
vive sendo beneficiado pelos albergues municipais, mas está sempre mudando de
cidades que tem albergues, por se envolver em confusões e contrair dívidas com
traficantes. Ela o viu pela última vez no natal e afirmou que já foi preso
algumas vezes.

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