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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

SUBTENENTE DJACÍ E 4º BPM PRENDERAM CASAL TRAFICANDO DROGAS EM CARUARU

 


Por volta das 8 horas da noite da última quinta-feira (05), durante serviço extraordinário na GT 4520 do 4º BPM realizava rondas na Rua Goiás, no bairro Salgado em Caruaru, quando avistou um casal em atitude suspeita descrito numa denúncia recebida do Subtenente Djací. Edilson Bezerra da Silva, de 59 anos e Edjane Barbosa de Amorim, de 43 anos, ao perceberem a aproximação da viatura, os indivíduos demonstraram excessivo nervosismo e tentaram se evadirem bruscamente, o que motivou a fundada suspeita e a consequente abordagem.

Durante a busca pessoal, nada de ilícito foi encontrado com o indivíduo identificado como Edilson Bezerra. Contudo, com a envolvida Edjane Barbosa, foi encontrada expressiva quantia em espécie, composta por cédulas de pequeno valor (de 2, 10 e 20 reais), característica comum em atividades de mercancia de entorpecentes especialmente por se tratar de local referenciado pelo intenso tráfico de drogas. Em varredura no perímetro imediato onde o casal se encontrava, foi localizada uma quantidade de substância análoga à maconha, fracionada em dezesseis porções maiores e 11 porções menores. Ao visualizarem a apreensão do material, os suspeitos tentaram fugir para o interior de uma residência próxima, sendo contidos pelo efetivo.

Questionados, ambos confessaram a propriedade do entorpecente. O imputado Edilson Bezerra declarou, espontaneamente, possuir antecedentes criminais por homicídio e tráfico de drogas. Ressalta-se que, durante a diligência, a imputada Edjane, sob o pretexto de trancar a residência, arremessou a quantia em dinheiro para o interior do imóvel na tentativa de ocultar a prova, fato posteriormente admitido pela própria. Adicionalmente, ao ser solicitada a consulta do IMEI seu aparelho celular via sistema Polícia Ágil, a acusada iniciou a exclusão deliberada de mensagens, indicando tentativa de destruição de evidências de comunicação com terceiros para fins ilícitos.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão. O uso de algemas fez-se indispensável devido ao risco de nova fuga e para garantir a integridade física dos envolvidos e da guarnição.